terça-feira, 22 de março de 2016

Projeto AUTOAJUDA - REAL SUSTENTABILIDADE

Estou procurando formas de como reduzir o impacto ambiental e estudando bastante o conteúdo daqui na internet. Além disso estou fazendo o curso de jardinagem da secretaria do meio ambiente da prefeitura de São Paulo. Utilizarei este espaço para compartilhar informações e quem sabe poder ajudar quem está com o mesmo entusiasmo em mudar os hábitos como eu. Isso tornou-se necessidade atualmente para aumentar a longevidade da humanidade.
Estava pesquisando sobre fossas biodigestoras e o que me intrigou é como se faz a higienização da bacia sanitária nesse caso, já que os produtos químicos matariam os microorganismos decompositores. Achei uma dica neste link: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/1270-vinagre-e-bicarbonato-de-sodio-otimos-para-limpeza-de-superficies.html
 e foi exatamente o que minha mãe mencionou quando comentava o assunto com ela! Uma solução de vinagre com bicarbonato de sódio. Minha mãe diz ser bom para limpeza de mofo em rejuntes também.
Ainda considero o sistema de esgoto um problema sobretudo o esgoto da cozinha e da máquina de lavar roupas, onde utiliza-se bastante dos produtos químicos. Fui procurar como separar estes resíduos da água mas percebi que não é tão simples quanto eu pensava. Assisti também a um programa chamado Cidades e Soluções, do canal Globo News, onde visitavam o IPEC, Instituto de Permacultura de Pirinópolis, Goiás, e lá mostravam que as águas que citei iam para uma fossa própia com plantações de bananeiras e outras plantas em cima. Mas não entendi se eles utilizam esses produtos na lavagem e se sim, se as plantas dão conta de filtrarem estes produtos e devolverem ao ambiente de forma segura e sem poluir.

*este texto está em construção, colocarei as fontes e referências futuramente.

terça-feira, 15 de março de 2016

DIRIJO



Estava um dia na casa do Hell e ele me falou sobre este documentário que chama Dirijo. Conta através dos descendentes o uso da maconha pelos índios da floresta amazônica. Eles a chamavam de Dirijo. Não consegui captar de que época estão falando, mas fiquei curioso porque segundo o programa Um pé de quê? (postagem anterior) a maconha chegou ao território brasileiro em 1500 com o portugueses. Fiquei pensando se foi uma cultura que os índios pegaram do convívio com os portugueses ou se já havia a planta aqui e era uma cultura própria local.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um pé de quê? Biriba

"Biriba, Biriba, Biriba é pau,
pau de fazer Berimbau..."



A postagem de hoje refere-se ao assunto: conhecimento de plantas. Ultimamente comecei a estudar botânica devido ao meu interesse por plantas. Quando eu crescer quero ser Pagé.
O YouTube me indicou o vídeo acima, que é um dos episódios do programa Um Pé de Quê? que é transmitido pelo canal Futura e produzido atriz e apresentadora Regina Casé.
Por coincidência, a apresentadora entrevista o mestre do grupo de capoeira em que treinei no fim dos anos 90! É mestre Raílson do grupo Capoeira Sul da Bahia.


domingo, 20 de dezembro de 2015

Yoga

Compartilho os videos que tem me ajudado a conhecer o Yoga. Já conhecia um pouco e acho que já fazia alguns movimentos instintivamente (fiz associação depois de conhecer alguns asanas). Porém este ano me concentrei em aprender e respeitar cada vez mais esta filosofia.

Fazendo uma pesquisa no YouTube, encontrei estas aulas que tento praticar diariamente. Vejo como manter a disciplina é difícil e também o primeiro obstáculo a se vencer para continuar a caminhada deste conhecimento.






terça-feira, 15 de dezembro de 2015

As Catorze Práticas da Plena Consciência

Este ano foi difícil. Foi uma ano de mudanças. Como aconselhou o ET Bilú fui buscar conhecimento. Principalmente auto-conhecimento. Percebi pequenas mudanças de comportamento mas que foram bastante significativas e me causaram sensação de progresso. Estou exercitando a mente para o que é positivo e pró-ativo. 

Compartilho através deste Blog, textos e referências que estão me ajudando a traçar um caminho para me tornar um ser humano melhor e espero que quem por acaso passar aqui, leia e se influencie da mesma forma.


As Catorze Práticas da Plena Consciência
Do Mestre Zen Thich Nhat Hanh

1. Não idolatrar nenhuma doutrina, teoria, seja ela qual for, incluindo o budismo. Os sistemas de pensamento budistas devem ser considerados como guias para a prática e não como a verdade absoluta.

2. Não pensar que se possui um saber imutável ou a verdade absoluta. Há que evitar a estreiteza da mente e o apego aos pontos de vista pessoais. Aprender a praticar a via do não apego de maneira a permanecer aberto aos pontos de vista dos outros. A verdade só pode ser encontrada na vida e não nos conceitos. Há que estar disponível para continuar a aprender ao longo de toda a vida e a observar a vida em si mesmo e no mundo.

3. Não forçar os outros, incluindo as crianças, a adoptar os nossos pontos de vista seja por que meios forem: autoridade, ameaça, dinheiro, propaganda ou educação. Respeitar as diferenças entre os seres humanos e a liberdade de opinião de cada qual. Saber, no entanto, utilizar o diálogo para ajudar a renunciar ao fanatismo e à estreiteza do espírito.

4. Não evitar o contacto com o sofrimento nem fechar os olhos diante dele. Não perder a plena consciência sobre a existência do sofrimento no mundo. Encontrar meios de aproximação para com os que sofrem, seja mediante contactos pessoais, visitas, imagens, sons. Despertar e despertar os outros para a realidade do sofrimento no mundo.

5. Não acumular dinheiro nem bens quando milhões de seres sofrem de fome. Não converter a glória, o proveito, a riqueza ou os prazeres sensuais na finalidade da vida. Viver simplesmente e compartir o tempo, a energia e os recursos pessoais com os que necessitam.

6. Não conservar a cólera ou o ódio. Aprender a examinar e a transformar a cólera e o ódio quando ainda não são mais que sementes nas profundidades da consciência. Ao manifestar-se a cólera e o ódio, devemos focar a atenção na respiração e observar de modo penetrante a fim de ver e compreender a natureza desta cólera ou ódio, assim como a natureza das pessoas que se supõe serem a sua causa. Aprender a ver os seres com os olhos da compaixão.

7. Não se perder, deixando-se levar pela dispersão ou pelas circunstâncias envolventes. Praticar a respiração consciente e focar a atenção no que está a acontecer neste instante presente. Entrar em contacto com aquilo que é maravilhoso, pleno de vigor e de frescura. Semear em si mesmo sementes de paz, de alegria e de compreensão de maneira a favorecer o processo de transformação nas profundidades da consciência.

8. Não pronunciar palavras que possam semear a discórdia e provocar a ruptura da comunidade. Mediante palavras serenas e de actos apaziguadores, fazer todos os esforços possíveis para reconciliar e resolver todos os conflitos, por pequenos que sejam.

9. Não dizer falsidades para preservar o interesse próprio ou para impressionar os outros. Não proferir palavras que semeiem a divisão e o ódio. Não difundir notícias sem ter a certeza de que são seguras. Falar sempre com honestidade e de maneira construtiva. Ter a coragem de dizer a verdade sobre as situações injustas mesmo que a nossa própria segurança fique ameaçada.

10. Não utilizar a comunidade religiosa para o interesse pessoal nem a transformar em partido político. A comunidade em que vivemos deve, contudo, tomar uma posição clara contra a opressão e a injustiça e esforçar-se por mudar a situação sem se envolver em conflitos partidários.

11. Não exercer profissões que possam causar dano aos seres humanos ou à natureza. Não investir em companhias que explorem os seres humanos. Eleger uma ocupação que ajude a realizar o ideal próprio de vida com compaixão.

12. Não matar. Não deixar que outros matem. Utilizar todos os meios possíveis para proteger a vida e prevenir a guerra. Trabalhar para o estabelecimento da paz.

13. Não querer possuir nada que pertença a outrem. Respeitar os bens dos outros, mas impedir qualquer tentativa de enriquecimento à custa do sofrimento de outros seres vivos.

14. Não maltratar o corpo. Aprender a respeitá-lo. Não o considerar unicamente como um instrumento. Preservar as energias vitais (sexual, respiração e sistema nervoso) através da prática da Via. A expressão sexual não se justifica sem verdadeiro amor e sem compromisso. Em relação às relações sexuais, tomar consciência do sofrimento que podem causar no futuro a outras pessoas. Para assegurar a felicidade dos outros há que respeitar os seus direitos e compromissos. Estar plenamente consciente das suas próprias responsabilidades na hora de trazer ao mundo novos seres. Meditar sobre o mundo a que trazemos estes seres.

Tradução da versão espanhola praticada em Jiko-An (Centro Zen em Sierra Nevada, Espanha)

Fonte:

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Reflexão sobre manifestações, ciclo-faixas e blá blá blá

Tive um pensamento e achei importante registrar aqui. É estranho que hoje não ocorram - ou não com tanta visibilidade nos meios de comunicação de massa - as manifestações que ocorreram em Junho de 2013 para redução da tarifa do transporte público ou como denominado o movimento, o passe livre. A situação atual é pior, a tarifa é maior e não vejo repercussão sobre o assunto. O número de desempregados aumentou e estes poderiam contribuir para o contingente das ruas. Logo não entendo o que ocorreu em 2013 e não entendo o que está acontecendo agora. Há certa confusão nas pessoas que não enxergam isso e ficam discutindo infantilmente através de sátiras, divisão partidária e disputa de lados. Não há diferença entre partidos na luta pelo poder. Utilizam-se dos mesmo artifícios.

Outro fato estranho, a mídia coloca em discussão as ciclo-faixas etc. mas em nenhum momento mostra dados concretos. No sentido em que as ciclo-faixas são benéficas, o transito melhoraria para todos os tipos de transporte. Houve essa melhoria? Dizem de que foram estudadas antes da implementação, mas é nítida a falta de projeto impostas de forma imediata. Veja a ciclo-faixa embaixo do minhocão e a que vitimou o menino em São Mateus. É clara a diferença também desta em relação a da paulista por exemplo. Ainda dizem que é um partido que pensa nos pobres...Mas não entrarei na discussão partidária, o outro partido faria o mesmo. Não há pensamento coletivo, as obras são feitas pontuais e à medida que os problemas vão surgindo. É engraçado (triste) como os políticos esqueceram que eles também devem trabalhar com planejamento, mas é o que menos fazem, só ficam trabalhando a própria imagem...