quinta-feira, 1 de março de 2018
A importância das plantas
Resolvi colocar este vídeo para enfatizar a importância do conhecimento sobre plantas. O universo de conhecimento sobre botânica é vasto e podemos até pensar que toda a vida humana depende das plantas.
O assunto do vídeo é sobre plantas que filtram e renovam o ar que respiramos.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Análise de arquitetura 01
Panfleto recebido
Gostaria de começar aqui textos que vou divagar sobre
arquitetura. Há pouco tempo me indagaram qual era a diferença de engenheiro
para arquiteto. Tive dificuldade em definir para a pessoa, que pensava que as
duas profissões eram a mesma coisa. Falei que o arquiteto pensa o espaço e o
engenheiro era responsável por calcular a criação deste espaço. Senti que a
pessoa ficou com cara de que esta história não convenceu. Mas na hora tentei em
uma definição, sintetizar, no sentido e significado, as características para
uma resposta pragmática. Depois pensei em como definir melhor a resposta. Então
surgiu a ideia de escrever para que o próprio leitor faça sua síntese sobre o
trabalho do arquiteto.
Estava entrando em uma padaria e recebi um panfleto de venda
de um empreendimento residencial no bairro Vila Madalena em São Paulo. Resolvi
analisar as plantas dos apartamentos como exercício de arquitetura e reflexão
sobre o modo de vida das pessoas. Não tenho a intenção de expor negativamente
os autores do projeto, é apenas uma análise com meu ponto de vista e talvez um
problema de comunicação publicitária.
Não costumo pegar estas propagandas mas não sei porque
aceitei. Tenho dificuldade em aceitar as mudanças neste bairro e quando vejo
propaganda de edifícios brotando no local, evito para não ficar triste pensando
que casas que tinham bastante qualidade residencial, estão sendo substituídas
por empreendimentos como este.
Pelo panfleto não entendi se o prédio tem uso misto
(comercial/residencial) e quais os serviços comuns destinados aos usuários. O
panfleto apresenta duas plantas sendo uma de um apartamento dois dormitórios (uma
suíte) com área de 57m² e outra com um apartamento de 24m².
A análise foi feita olhando para estes desenhos.
As plantas dos tipos de apartamento.
Comecei a olhar e pensar que os imóveis seriam projetados
para pessoas que não tem o hábito de cozinhar e limpar a casa. Posso estar
enganado pois não sei se o prédio abriga uma lavanderia coletiva em sua área comum
aos condôminos. Não há indicação sobre isso.
Perspectivas das áreas comuns
.Mas nos dois tipos de apartamento
não há área de serviço, ou melhor o apartamento de 57m² tem esta área integrada
ao terraço. Também a área para cozinha é muito pequena. No caso do apartamento
de 24m², há apenas espaço para uma geladeira pequena e uma pequena bancada com
uma pia e um cooktop. Não há espaço
para preparo dos alimentos (o que cozinheiros denominam como mise en place termo francês que
significa "pôr em ordem, fazer a disposição").
Continuarei a analisar este apartamento menor, que se
assemelha a uma quitinete. Nele, não há ventilação cruzada, portanto há uma
deficiência na circulação de ar. A ventilação do sanitário é feita por shaft (duto) ou não há ventilação, pois
não há abertura para o lado externo do edifício. Por consequência, não há
também iluminação natural. Como já mencionado não há área de serviço e não há
indicação pela planta de duto de exaustão para o cooktop. Não é feito para cozinhar e não incentiva isto, já que
engorduraria todo o apartamento que na verdade é apenas um dormitório. Já fiz
uma reforma de uma quitinete e sei que não há outro modo de inserir estes
serviços, mas como empreendimento novo e com a falta de espaço e propondo novos
hábitos a cultura local, como a lavanderia coletiva que suponho existir no
prédio, talvez fosse melhor ter um espaço comum para cozinhar também, acho que
isto é “forçar a barra”, mas para a tipologia sugerida talvez fosse a solução.
O terraço é um pouco maior que a metade da área destinada
para dormitório e pelo layout sugerido
parece uma sala de estar, com um móvel com televisão e um pequeno sofá do lado
oposto. Prevejo que a iluminação natural interferirá na qualidade da imagem da
televisão, bem como a luz do sol diminuirá a vida útil da mesma. Sem contar o
conflito do sons externos e o som do televisor. Não dá para entender se há um
fechamento de vidro no terraço, pela configuração parece que sim, mas se o
usuário fechar o vidro e se colocar cortina, interromperá a ventilação e
iluminação natural.
Por último, essas unidades são chamadas de serviços de
moradia o que pela minha ignorância não sei o que significa. Talvez mais
apropriado seria chamar de serviços de dormitório, um local que a pessoa
permanecerá somente para dormir.
Não há no panfleto o valor do imóvel, mas considerando o
preço do m² no bairro, penso que há uma divergência entre custo e benefício.
Imagino também que o valor do condomínio não será baixo (suposição, não consta
essa informação no panfleto). Outra coisa que não entendi é que no desenho do
edifício exposto na capa do panfleto (as fachadas) não consegui localizar a
posição destas unidades.
O outro tipo de apartamento, de 57m², tem dois dormitórios
sendo um deles uma suíte. Parece um apartamento desenvolvido para um casal com
um filho. A suíte tem um espaço adequado ao contrário do outro dormitório que é
pequeno. O sanitário da suíte tem ventilação e iluminação natural (até
evidenciada pelo texto indicativo no desenho) mas o outro sanitário não tem
essa condição, fica na parte interna da construção tendo os mesmos problemas do
sanitário da unidade menor de 24m². A cozinha é pequena, também não há espaço
para preparo dos alimentos e um fato curioso que a área de serviço está
integrada ao terraço, que pelo layout
assemelha-se a um ambiente de estar. Imaginei que há conflito de situações, por
exemplo, ter roupas ou panos de limpeza no varal quando há visitas neste
terraço.
Minha conclusão é de que estas residências têm deficiências
de projeto e que o panfleto não informa corretamente os possíveis compradores.
Pode atender a uma demanda comercial, mas tenho dificuldade em pensar habitação
apenas como rendimento para as construtoras. Além disso, há um aumento de
população que seu entorno não necessariamente comporta.
Quem irá comprar estes tipos de imóveis nem sempre terá essa
visão para perceber tais questões. Pode ser que o que foi considerado não
importa ao comprador também. Mas a percepção do arquiteto pode ajudar a
aumentar a visão crítica sobre o espaço e melhor organizá-lo para o que for destinar
seu uso.
terça-feira, 22 de agosto de 2017
O sumiço do marmelo - Ivan Angelo*
Gente, onde foram parar os marmelos? Não se encontram mais.
Pode ser que os mais novos dos leitores, de 30 anos para baixo, nunca tenham
visto um marmelo; pode ser que algum leitor, em incerto ano, tenha visto essa
dourada fruta por acaso em alguma feira livre, um hortifrúti, uma banca de
raridades do Mercado Central. Era fruta popularíssima, e popular foi por
centenas de anos. Sim, leitor, centenas, trazida da Ásia pelos colonizadores
portugueses no século XVI. O marmeleiro gostou tanto das nossas serras e
quintais que nem era preciso plantá-lo, nascia. Em 1940, diz o IBGE, o Brasil
produzia 32 000 toneladas da fruta, a maior parte nas serras do sul de Minas. E
cadê? Só para falar da popularidade: na primeira metade dos anos de 1900, uma
marchinha de Carnaval fez enorme sucesso dizendo: “Marmelo é fruta gostosa /
que dá na ponta da vara, / mulher que chora por homem / não tem vergonha na
cara”. Poderá o leitor perguntar: que tem a fruta que ver com a mulher? Bom, as
marchinhas eram assim destrambelhadas; ou pode ser que essa insinuasse nas
entrelinhas que a vara é que tinha que ver. Houve época em que era de muito uso
no país a vara de marmelo, corretivo caseiro das crianças. Nossa, como doía!
Falo do marmelo, mas sumiram outras frutas. Cadê o marolo?
Também chamado nona, araticum, cabeça-de-negro. Era comum em décadas passadas,
perfumava janeiros com seu cheiro forte, trazido do cerrado pelos fruteiros do
mercado e ambulantes. Sumiram, ficaram só uns três primos: fruta-do-conde,
atemoia, graviola, que precisam de cultivo e cuidados, não são abusados como o
rústico marolo, que vigora no ermo.
E a manga? Dominam as feiras e supermercados as vistosas e
saborosas filhas de mangueiras importadas da Flórida, como a palmer, a tommy, a
haden, introduzidas aqui há algumas décadas e que desbancaram, literalmente
desbancaram, tiraram das bancas, as nossas centenárias espada, coração-de-boi,
manga-rosa, carlota, carlotinha, bourbon, ubá, coquinho, ouro e tantas mais.
Sumiram porque eram ruins? Eh-eh. Não se tem notícia de manga ruim. Sumiram
porque eram vítimas fáceis de pragas, davam em árvores muito altas, de difícil
acesso e proteção, foram vencidas pela tecnologia genética. Mesmo caso do nosso
mamão de quintal, grande, trocado pelo híbrido chinês, o formosa. Dizem que as
cores verde e rosa da Mangueira vêm da profusão de mangas-rosa no bairro. Ainda
haverá? Nossas mangueiras sumiram dos quintais das casas, os próprios quintais
sumiram, vão sumindo as casas.
Frutas sem valor comercial também sumiram. Alguém dá notícia
do escuro e lustroso jambo? Era popular até no eufemismo que buscava elogiar a
pele das mulheres negras: “morena cor de jambo”. Araçá, nome de uma região da
cidade onde o araçá crescia que nem mato, e que virou cemitério — cadê a fruta?
E sua parentazinha, a gabiroba, goiabinha do mato — cadê? O cambuci, que também
virou nome do bairro, sumiu de lá e dos fruteiros. Já era.
Comecei a falar do marmelo e entrei por veredas. Volto ao
desaparecido, que procuro desde janeiro; o importado costumava vir em junho. Uma
doceira de blog postou na internet: se você souber de marmelos à venda, corra!,
compre todos, que são raridade. Todos, não, por favor, reservem-me alguns, me
avisem. Ah, aquela promessa de delícias enquanto repousavam na fruteira, aquele
gosto ácido adstringente dos pedacinhos roubados da tigela durante o preparo,
aquele cheiro que se levantava da panela na fervura em calda de açúcar, aquele
gosto da compota fresca, da geleia, da marmelada. Bateu larica, ou saudade, uma
coisa assim.
* Retirado de Revista Veja São Paulo - 14.06.2017
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Enraizador feito com lentilhas
Meu irmão comentou sobre como criar um enraizador feito com lentilhas para auxiliar nos processos de estaquia e alporquia. Fui atrás e encontrei este vídeo do canal Pomar e Horta em vasos https://www.youtube.com/channel/UC2aPp2PaqLJHT4XZMbzBe0g que ensina como produzi-lo. Segundo o vídeo, as vantagens são menor custo do que o enraizador vendido nas lojas especializadas e por ser produzido de forma natural.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
ARBUSTOS - Eugenia uvallia Cambess., Uvaia
Fruto da Uvaia
Achei interessante porque também estou interessado na cultura do Bonsai e achei este exemplar feito com a Uvaia
NOME CIENTÍFICO: Eugenia uvallia Cambess.
NOME POPULAR: Uvaia, Uvalha
FAMILIA: Myrtaceae
FLORAÇÃO, COR E ÉPOCA: Entre Agosto e Setembro. Flor Branca. Frutos verdes e amarelos.
FOLHAS: Semelhante às plantas cítricas (Laranja, Limão)
HÁBITO: Sol pleno.
TAMANHO ALTURA: 6 a 13m.
CICLO DE VIDA: Perene
MULTIPLICAÇÃO: Estaquia e sementes.
ORIGEM: Sul e Sudeste Brasileiro (Mata atlântica)
OBSERVAÇÕES:
Alto teor de vitamina C.
Seu fruto é muito sensível e oxida facilmente ao bater ou rachar, por isso de difícil valor comercial. Bom para paisagismo, utilizado para criação de pomar. Bom para fazer suco, como no vídeo abaixo:
Fonte:
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Comentário sobre notícia: Três dias após fim dos Jogos, ciclovia do Parque Olímpico já está deteriorada
Acabei de ler uma matéria (link abaixo) sobre o estado de deterioração das ciclo-faixas três dias após o encerramento da Olimpíada no Rio de Janeiro 2016. Parece que esse é o outro lado do legado dos jogos...
Pense na sua casa. Um belo dia você resolve pintá-la mas está com pouco dinheiro. Opta por comprar uma tinta de qualidade genérica para não gastar tanto. Pois é, essa tinta que comprou dura mais tempo que a que utilizaram nas ciclo-faixas! Pense sobre onde foi parar o dinheiro dessa "economia na tinta" e sobretudo que quem pagou pelas tintas fomos nós.
Tudo o que foi feito para recebimento dos jogos é apresentado como vantagens da politica administrativa da gestão vigente, porém estas obras nada mais são que obrigação de qualquer gestão a partir do momento que a cidade aceitou tal compromisso. As melhorias consequentes sim poderiam ser utilizadas como argumentos de boa gestão. A má gestão claramente está sendo apresentado agora, vendo as fotos da matéria. Uma tinta que durou pouco mais de um mês.
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1806687-tres-dias-apos-fim-dos-jogos-ciclovia-do-parque-olimpico-ja-esta-deteriorada.shtml
Pense na sua casa. Um belo dia você resolve pintá-la mas está com pouco dinheiro. Opta por comprar uma tinta de qualidade genérica para não gastar tanto. Pois é, essa tinta que comprou dura mais tempo que a que utilizaram nas ciclo-faixas! Pense sobre onde foi parar o dinheiro dessa "economia na tinta" e sobretudo que quem pagou pelas tintas fomos nós.
Tudo o que foi feito para recebimento dos jogos é apresentado como vantagens da politica administrativa da gestão vigente, porém estas obras nada mais são que obrigação de qualquer gestão a partir do momento que a cidade aceitou tal compromisso. As melhorias consequentes sim poderiam ser utilizadas como argumentos de boa gestão. A má gestão claramente está sendo apresentado agora, vendo as fotos da matéria. Uma tinta que durou pouco mais de um mês.
Foto: Fábio Teixeira/Folhapress
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1806687-tres-dias-apos-fim-dos-jogos-ciclovia-do-parque-olimpico-ja-esta-deteriorada.shtml
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Música 01 - I Get Out - Lauryn Hill
I Get Out
I get out
I get out of all your boxes
I get out
You can't hold me in these chains
I'll get out
Father, free me from this bondage
Knowin' my condition is the reason I must change
Your stinkin' resolution is no type of solution
Preventin' me from freedom, maintainin' your pollution
I won't support your lie no more, I won't even try no more
If I have to die, oh Lord, that's how I choose to live
I won't be compromised no more, I can't be victimized no more
I just don't sympathize no more
'Cuz now I understand, you just wanna use me
You say love, then abuse me
You never thought you'd lose me
But how quickly we forget that nothin' is for certain
You thought I'd stay here hurtin'
Your guilt trip's just not workin'
Repressin' me to death 'cuz now I'm choosin' life, yo
I take the sacrifice, yo, if everything must go, then go
That's how I choose to live
That's how I choose to live
No more compromises, I see past your diguises
Blindin' through mind control, stealin' my eternal soul
Appealin' through material to keep me as your slave
But I get out
Oh, I get out of all your boxes
I get out
Oh, you can't hold me in these chains
I'll get out
Oh, I want out of social bondage
Knowin' my condition
Oh, is the reason I must change
See, what you see is what you get
Oh, and you ain't seen nothin' yet
Oh, I don't care if you're upset
I could care less if you're upset
See, it don't change the truth and your hurt feeling's no excuse
To keep me in this box, psychological locks
Repressin' true expression, cementin' this repression
Promotin' mass deception, so that no one can be healed
I don't respect your system
I won't protect your system
When you talk, I don't listen
Oh, let my Father's will be done
And just get out
Oh, just get out of all these bondage
Just get out
Oh, you can't hold me in these chains
Just get out
All these traditions killin' freedom
Knowin' my condition
Is the reason I must change
I just accepted what you said, keepin' me among the dead
The only way to know is to walk, then learn and grow
But faith is not your speed
Oh, you've had everyone believe
That you're the sole authority
Just follow the majority
Afraid to face reality
The system is a joke
Oh, you'd be smart to save your soul
Oh, and escape this mind control
You spent your life in sacrifice
To a system for the dead
Oh, are you sure?
Where is the passion in this living?
Are you sure, it's God you serving?
Obligated to a system, getting less than you're deserving
Who made up these schools, I say?
Who made up these rules, I say?
Animal conditioning
Oh, just to keep us as a slave
Oh, just get out
Of this social purgatory
Just get out
All these traditions are alive
Just get out
Superstition killing freedom
Knowin' my condition
Is the reason I must die
Just get out
Just get out
Just get out
Let's get out
Let's get out
Knowin' my condition
Is the reason I must die
Just get out
I get out of all your boxes
I get out
You can't hold me in these chains
I'll get out
Father, free me from this bondage
Knowin' my condition is the reason I must change
Your stinkin' resolution is no type of solution
Preventin' me from freedom, maintainin' your pollution
I won't support your lie no more, I won't even try no more
If I have to die, oh Lord, that's how I choose to live
I won't be compromised no more, I can't be victimized no more
I just don't sympathize no more
'Cuz now I understand, you just wanna use me
You say love, then abuse me
You never thought you'd lose me
But how quickly we forget that nothin' is for certain
You thought I'd stay here hurtin'
Your guilt trip's just not workin'
Repressin' me to death 'cuz now I'm choosin' life, yo
I take the sacrifice, yo, if everything must go, then go
That's how I choose to live
That's how I choose to live
No more compromises, I see past your diguises
Blindin' through mind control, stealin' my eternal soul
Appealin' through material to keep me as your slave
But I get out
Oh, I get out of all your boxes
I get out
Oh, you can't hold me in these chains
I'll get out
Oh, I want out of social bondage
Knowin' my condition
Oh, is the reason I must change
See, what you see is what you get
Oh, and you ain't seen nothin' yet
Oh, I don't care if you're upset
I could care less if you're upset
See, it don't change the truth and your hurt feeling's no excuse
To keep me in this box, psychological locks
Repressin' true expression, cementin' this repression
Promotin' mass deception, so that no one can be healed
I don't respect your system
I won't protect your system
When you talk, I don't listen
Oh, let my Father's will be done
And just get out
Oh, just get out of all these bondage
Just get out
Oh, you can't hold me in these chains
Just get out
All these traditions killin' freedom
Knowin' my condition
Is the reason I must change
I just accepted what you said, keepin' me among the dead
The only way to know is to walk, then learn and grow
But faith is not your speed
Oh, you've had everyone believe
That you're the sole authority
Just follow the majority
Afraid to face reality
The system is a joke
Oh, you'd be smart to save your soul
Oh, and escape this mind control
You spent your life in sacrifice
To a system for the dead
Oh, are you sure?
Where is the passion in this living?
Are you sure, it's God you serving?
Obligated to a system, getting less than you're deserving
Who made up these schools, I say?
Who made up these rules, I say?
Animal conditioning
Oh, just to keep us as a slave
Oh, just get out
Of this social purgatory
Just get out
All these traditions are alive
Just get out
Superstition killing freedom
Knowin' my condition
Is the reason I must die
Just get out
Just get out
Just get out
Let's get out
Let's get out
Knowin' my condition
Is the reason I must die
Just get out
Fonte:
Lauryn Hill, desenho por Tiru
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